Quando nem sempre uma imagem vale mais do que mil palavras

O primeiro artigo que redigi para o Semanário V.

 

É brincando com uma das mais conhecidas afirmações de Confúcio que me estreio no Semanário V. Mas antes de aprofundar acerca do tema central deste artigo: o marketing pessoal (e do poder da imagem), confesso já que nas próximas linhas falo sobretudo de atitude. Aliás, a escritora Amy Tan tem uma afirmação bastante interessante e que poderia servir perfeitamente de introdução a este artigo: “se não podes mudar teu destino, muda a tua atitude!”

Mas como é que a atitude está relacionada com o marketing pessoal? E o que é que isto tudo tem a ver com a imagem?
Ora, não posso falar de marketing pessoal sem obrigatoriamente falar em imagem e do poder da mesma. E por falar nisso, já pensaste como é que os outros te veem? Que imagem será que os outros têm de ti?

Nicolau Maquiavel disse que “todos vêem o que tu pareces ser, mas poucos sabem o que tu realmente és” – e a verdade, é que a imagem que projetamos e a imagem que os outros projetam de nós acaba por influenciar todo o nosso futuro – tanto pessoal como profissional. Mas atenção, quando me refiro à imagem, não falo da roupa que vestes, da maquilhagem que usas ou dos sapatos fancy que calças. Quando falo de imagem, refiro-me sobretudo à atitude que tens, à linguagem que utilizas, à postura que assumes e até à forma como encaras os problemas/desafios do dia-a-dia.

Atitude. A atitude que tens no dia a dia é bastante importante, por isso deves manter uma postura positiva, como diz Norman Vincent Peale: “o pensamento positivo pode vir naturalmente para alguns, mas também pode ser aprendido e cultivado, muda os teus pensamentos e mudarás o teu mundo”.

Linguagem. À semelhança da atitude, a linguagem que deves utilizar no dia a dia deve ser positiva e, sobretudo, assertiva – o bom humor pode ser um bom aliado, cultiva a capacidade de te rires te ti próprio(a).

Desafios. Muitas vezes achas que tens um exército de problemas, que, na verdade não passam de desafios. Estes, podem ser encarados de duas formas: ora, se tu fores a pessoa certa para o resolver, encara o desafio com celeridade, pro-atividade e energia e “mãos à obra”; se o problema/desafio não tiver nenhuma solução, não há nada a fazer, por isso deixa de te preocupar com isso.

A internet. Hoje em dia, se não estás no digital é como se não existisses – o que faz com que a tua “imagem” digital também seja bastante importante. Aliás, é sabido que grande parte das empresas (e acredita, acontece cada vez mais) vão analisar nas redes sociais o perfil digital dos seus colaboradores. Discussões sobre ética à parte, o ideal é projetares sempre a melhor imagem possível, sobretudo quando falamos de redes como o facebook, o twitter ou o linkedin. E porque mais vale prevenir do que remediar, é expressamente proibido ofenderes ou entrares em discussões nas redes sociais (principalmente se o assunto for política, futebol ou religião), mantém sempre uma postura neutra e imparcial. Os erros ortográficos são outro assunto sensível e a evitar, sempre.

Outra forma de reforçares o teu marketing pessoal, te dares a conhecer e simultaneamente passares uma boa imagem profissional, é escreveres sobre temas que tu gostes ou são da tua especialidade (escreve num blog, em revistas ou jornais, em redes sociais como o facebook ou o linkedin, mas sobretudo, escreve e dá-te a conhecer) – essa é uma boa forma de assumires um papel ativo no meio (profissional) onde estás inserido(a) e mostrares que és bom(a) num determinado assunto.

Não poderia concluir o artigo sem referir o papel que os eventos e o netwoking podem ter na projeção da tua imagem, pois são uma das melhores formas de conheceres pessoas interessantes. Não fiques colado(a) a um canto sem falar com as pessoas, fala com todos, mostra-te e conhece outras pessoas – vais aprender muito mais do que imaginas (dica: anda sempre com cartões de contacto no bolso, dão sempre jeito).

Concluo este artigo dando seguimento à ideia que lhe deu origem – “para toda a ação existe uma reação de força equivalente em sentido contrário” – esta é uma dos meus lemas de vida e que partilho como reflexão final deste artigo, há quem lhe chame destino, fado ou acaso, eu chamo-lhe “karma”. Por isso, faz o bem e o bem virá ter contigo 😄.

 

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RUI PINHEIRO | MENTOR DO BLOGUE O EMPREENDEDOR BRACARENSE
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