Diferencia-te

Diferencia-te, é isso que vai marcar a diferença na tua vida.

As primeiras comunidades nasceram na pré-história e desde essa altura que o Homem vive em sociedade. Aliás, viver em sociedade é (felizmente) uma das nossas características biológicas, somos seres sociais e ninguém pode negá-lo.

Viver em sociedade implica conviver, comunicar, partilhar opiniões, hábitos e tendências.
Ao longo do tempo, foram surgindo vários movimentos e cada grupo foi criando as sua regras. Vivemos numa altura em que o ser humano consegue comunicar a uma velocidade estonteante, receamos o aparecimento de robôs que substituam os humanos em várias esferas da indústria e falamos em tecnologias ligadas à artificial intelligence e ao machine learning.

Num mundo onde a informação se difunde à velocidade da luz, os meios de comunicação têm contribuído para a disseminação de notícias, modas e tendências. Se por um lado, temos acesso a notícias de todo o mundo, seja de uma pequena aldeia localizada nas antípodas, ou da crise humanitária do Iémen, temos também acesso aos hábitos de vida dos nossos ídolos ou às novidades e tendências disseminadas pelos ‘famosos’. Este último ponto, ganhou importância com a generalização das redes sociais, onde tudo está acessível através de um simples clique.

Se observarmos bem o perfil dos jovens que pertencem às duas gerações que nos seguem, observamos também que eles têm hábitos bastante semelhantes: ouvem a mesma música, vestem-se da mesma maneira e, salvo algumas exceções, têm muitos objetivos de vida em comum.

Um dos aspetos que destaco sempre que vou falar de marketing pessoal e empreendedorismo a alunos que vão entrar no mercado de trabalho, assenta na importância destes saberem diferenciar-se – pois é isso que vai marcar a diferença no seu futuro. Até porque, o mercado de trabalho é um universo bastante competitivo e por vezes a procura de emprego pode ser turbulenta. Quando um recém graduado chega à fase da entrevista de emprego, como é que se poderá distinguir dos restantes candidatos (que se vestem da mesma forma, ouvem a mesma música, têm os mesmos hobbies e que, acima de tudo, têm a mesma formação académica)?

O truque pode assentar muitas vezes no caminho que os jovens fazem paralelamente ao percurso escolar. É importante que os jovens “façam coisas” desde cedo – atividades como: fazer voluntariado, viajar, fazer formação complementar à académica, ser interventivo e colaborativo na sociedade, participar em eventos, pertencer a grupos de jovens (sejam eles partidários ou apartidários) ou até escrever em blogues e jornais podem ser aspetos muito fortes de diferenciação. Todas estas atividades podem ajudar a desenvolver as tão faladas soft skills – pois embora pareça uma ideia cliché, continuam a fazer a diferença no momento de contratar alguém.

 

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Rui Pinheiro | Blogger no O empreendedor bracarense
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